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seminário a pergunta

Entrevista com Craig Hill sobre curso “A Pergunta”

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Um dos convidados para ministrar no IX Encontro Nacional, Craig Hill, em entrevista exclusiva, fala sobre o novo Curso “A Pergunta” e envia mensagem à toda nação brasileira

 

1. A geração Y, embora aparente ser muito criativa e com acesso a um grande nível de informação, esboça um alto nível de acomodação. A que você atribui a paralisia desta geração?

Eu acredito que a razão é a seguinte: Não tem havido para essa geração a transmissão de uma visão de identidade e destino que vem de Deus através dos pais.

Os pais não tem se envolvido na vida de seus filhos. E por isso mesmo a visão não tem sido transmitida. Por esse motivo essa juventude gasta uma vida inteira procurando por visão e ao não encontrar se tornam pessoas paralisadas.

E isso é o que vemos em grande parte da Geração Y. Mas descobrimos que Deus tem uma visão para cada pessoa e os agentes primários para a transmissão dessa visão são os pais. Se os pais não se envolvem na vida dos filhos, estes não saberão o que fazer e acabarão gastando a vida inteira buscando, buscando e buscando e nunca encontrarão a resposta. Se eles não tem relacionamento pessoal com Deus, acabam recebendo respostas falsas que conduzem ao desapontamento. Então se começam a caminhar numa estrada e descobrem que essa estrada não é a estrada correta (a vontade de Deus) eles ficam machucados, fracassados e desapontados e tudo isso os torna paralisados. E aí eles tentam de novo e de novo e se paralisam de novo. É um ciclo e acontece com muitas pessoas.

 

2. Essa crise de identidade que se inicia na adolescência, caso não seja resolvida, nos dará que tipo de adultos?

Muitos adolescentes chegam a vida adulta sem uma visão clara e trazem esses conflitos para o seus relacionamentos. O adolescente que não permitiu que Deus respondesse “A PERGUNTA” vai procurar em outras fontes as respostas. Um moço vai olhar para uma moça e tentará buscar através dela a resposta da sua masculinidade. A moça olha para o moço e vai esperar que ele responda algo que a faça se sentir bonita e amada como uma verdadeira mulher.

Mas Deus é o único que pode fazer isso, que pode responder “A PERGUNTA”. E se um homem procura uma mulher para que ela responda a essa pergunta de identidade, ele ficará desapontado. Se a mulher estiver procurando em um homem a resposta para essa pergunta de identidade, ela também ficará desapontada. E aí quando eles chegam na vida adulta eles começam a viver em idolatria, pois buscam um no outro pela identidade que eles deveriam estar buscando em Jesus. E é isso que provoca tanto conflito no casamento, na carreira e no ministério. As pessoas não se sentem cumprindo o seu chamado pois elas não receberam uma visão de Deus. E então na vida adulta há conflitos no casamento, conflitos interpessoais, desapontamentos na carreira, desapontamento emocionais e desapontamentos ministeriais e isso se torna um ciclo pois se um pai nunca permitiu que Deus respondesse “A PERGUNTA”, ele vai buscar isso no dinheiro, na esposa, na carreira e talvez até no ministério, buscará por identidade e nunca terá tempo para filhos e filhas e a tendência é que esse padrão vá se repetindo de geração em geração. Por essa causa é tão importante que adolescentes tenham “A PERGUNTA” respondida na adolescência a partir de Deus. E essa é a proposta do Curso Veredas Antigas “A Pergunta” para jovens.

 

3. Porque o curso “A PERGUNTA” é dividido por gênero? Quais as diferentes respostas para a mesma pergunta que os jovens, moços e moças, fazem?

Homens e mulheres tem perguntas totalmente diferentes acerca da identidade. Então quando um homem faz a pergunta “Quem sou eu?” ele quer se sentir poderoso, ele quer sentir que a vida dele faz diferença. Deus projetou o homem para se engajar numa batalha, para conquistar, para vencer e para superar as adversidades, para superar o mal. Mas aí o diabo diz: “você não tem poder, você não tem valor, você não vai conseguir realizar nada.” A pergunta do rapaz é: “Será que eu sou um homem de verdade? Será que eu tenho forças? Será que eu posso batalhar? Será que eu vou vencer? Será que a minha vida vai fazer diferença?”

Já a mulher tem perguntas diferentes. A maioria das mulheres não quer se engajar numa batalha, ela não quer vencer, ela não quer conquistar alguma coisa. A maioria das mulheres não quer lutar, mas elas querem um homem que lute por elas. Então a pergunta do coração da mulher é: “Será que eu sou bonita? Será que alguém vai me amar e lutar por mim? Será que alguém me deseja?” Essas são as perguntas dela e as respostas que satanás sempre traz é: “Não. Ninguém vai te amar. Você é feia e não tem valor. Ninguém quer você, ninguém vai lutar por você, você ficará sozinha a vida inteira.”

A resposta de Deus é diferente: “Você é bonita. Você é exatamente o que eu desejei para você. Eu amo você do jeito que você é. Eu amo a sua personalidade. Muitos homens gostariam de casar com você, muitos deles lutariam por você. Mas eu não criei você para muitos homens. Eu criei você para um homem só e Eu vou trazê-lo a você no tempo certo.” Essa é a resposta de Deus.

São perguntas totalmente diferentes que são feitas por homens e mulheres. Quando uma mulher diz: “Quem sou eu?”, ela está procurando respostas diferentes daquelas que um homem procura quando ele diz: “Quem sou eu?“. Então é por isso que nós dividimos o curso pois são perguntas distintas. E nós queremos ajudar as mulheres a receberem a resposta de Deus. Resposta que traga a verdadeira identidade delas. E queremos ajudar aos homens a receber a resposta correta para a pergunta de identidade deles. E parte da pergunta para homens é: “Como você se relaciona com a mulher?”. E para a muher a pergunta é: “Como você se relaciona com os homens?”.

Queremos ajudar ambos a encontrar a resposta correta de Deus. Por isso temos dois cursos diferentes para homem e mulher. Mas o objetivo é o mesmo, ajudá-los a encontrar a sua verdadeira identidade.

 

4. Você acredita que o movimento “Fé no Lar” é uma das respostas de Deus para essa falta de identidade entre os jovens?

Eu acredito que este é um tempo profético na história. Um tempo profético para a Universidade da Família, para a nação brasileira e para as famílias ao redor do mundo.

Por um tempo nós desconectamos a igreja do lar e hoje nós vivemos numa sociedade em que confiamos tudo a especialistas. Dessa forma acabamos não querendo assumir responsabilidade. Minha saúde eu entrego para o médico, meu dinheiro eu entrego para um especialista em finanças, minha vida espiritual entrego para o pastor, a vida espiritual dos meus filhos para o pastor de jovens e/ou para o ministério infantil. Mas o problema com isso é que quando eu estiver diante de Deus Ele não vai falar com o consultor financeiro para pedir conta do que eu fiz com o meu dinheiro. Ele vai falar comigo. Ele vai dizer: “aquele era o seu dinheiro que Eu entreguei na sua mão”. O consultor financeiro pode até te ajudar mas a responsabilidade é sua. Também, no que diz respeito aos seus filhos, o pastor de jovens não será responsável, você será responsável. E é por isso que Deus está restaurando a autoridade para dentro do lar. Dessa forma cada pai e mãe descobre que a vida espiritual dos seus filhos é sua responsabilidade.

A visão, propósito e destino dos meus filhos é responsabilidade minha e não dos professores da escola, ou do pastor de jovens, ou do pastor sênior, ou do pastor de crianças. Como pai e mãe precisamos acreditar que nós somos os responsáveis.

O movimento “Fé no Lar” é uma resposta de Deus para este tempo e para essa nação. Esse movimento “Fé no Lar” tocará a nação e as famílias. Então se você está lendo este artigo, você faz parte disso. Deus te usará e o fato de você estar lendo este artigo hoje mostra que Ele quer te usar para se envolver neste movimento. Não somente para ler a este respeito, não para pensar a respeito mas para fazer parte disso. Fazer isso acontecer na sua casa. Esse é um movimento de Deus que mudará a nação brasileira.

 

*Para mais informações sobre este material, entre em contato pelo e-mail evelin.miura@udf.org.br ou pelo telefone (14) 3405-8500.

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