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Lançamento: Como falar de Drogas em casa

 

COMO FALAR DE DROGAS EM CASA

Hoje é o  Dia Internacional de Combate às Drogas. Esta semana foi divulgado o Relatório Mundial sobre Drogas e a Associação Brasileira de Estudos do Álcool e outras Drogas (Abead) aproveitou para analisar o consumo de drogas lícitas e ilícitas e sua relação com as políticas públicas.

É inevitável. Crianças e adolescentes são expostos às drogas desde cedo, durante o ensino fundamental. A fim de ajudá-lo a criar uma estratégia para proteger seu filhos, a Universidade da Família lança hoje o livro Como Falar de Drogas em Casa, que oferece informações práticas e técnicas preventivas comprovadas. É um livro que aborda o assunto das drogas de maneira realista, atualizada e abrangente.

Se você suspeita que seus filhos já estejam fazendo uso de álcool ou drogas, obtenha conselhos preciosos do respeitado consultor e especialista em família Stephen Arterburn, que os conduzirá, passo a passo, à recuperação.

O autor Stephen Arterburn é fundador do ministério New Life Ministries, dedicado à transmissão de programas, aconselhamento e terapia. Ele apresenta o programa nacional de rádio New Life Live! [Nova Vida ao Vivo!] e já escreveu mais de 60 livros, incluindo a série iniciada com A Batalha de Todo Homem e A Cura é uma Opção. Foi vencedor do Prêmio Golden Medallions por três vezes. É graduado pela Universidade Baylor e pela Universidade do Norte do Texas.

O livro foi escrito em parceria com Jim Burns, Ph.D., presidente do ministério HomeWord e apresentador do programa de rádio HomeWord com Jim Burns. Autor de muitos títulos, incluindo Desenvolvendo a Intimidade no Casamento e Conversas de Fé em FamíliaJim é autor vencedor do Prêmio Golden Medallions por três vezes. Possui graduação pela Universidade Azusa Pacific, Seminário Teológico Princeton e Escola de Teologia Greenwich.

Nesta obra você descobrirá:

  • Seis principais fatores que levam ao uso de drogas e álcool,
  • Técnicas preventivas que funcionam,
  • Sinais do uso e da dependência de drogas e álcool,
  • Informações atualizadas para intervir,
  • Sugestões práticas para lidar com filhos dependentes,
  • Como se envolver em ações preventivas na sua comunidade.

 

TENHA EM MÃOS ESTA FERRAMENTA PARA AJUDAR SEUS FILHOS A AFASTAR-SE DAS DROGAS E PERMANECER LIVRE DELAS.


LEITURA COMPLEMENTAR: DROGA LEGAL?

O Dia Internacional de Combate às Drogas, 26 de junho, marca a mobilização da prevenção e combate a dependência.

O Relatório Mundial sobre Drogas, da UNODC, agência da ONU para drogas e crime, divulgado nesta semana, traz dados importantes sobre o consumo de substâncias lícitas e ilícitas em diversos países. “A análise desses números é a oportunidade de refletirmos o quanto avançamos e se as políticas de combate às drogas são eficientes”, comenta Carlos Salgado, psiquiatra e presidente da Associação Brasileira de Estudos do Álcool e outras Drogas (Abead).

De acordo com o levantamento, diminui a produção e o consumo das principais drogas, como crack, cocaína e heroína, contudo, com o crescente consumo de drogas legais, também apontado pelo relatório, o cenário pode rapidamente retroceder. “Isso porque as substâncias consideradas ‘leves’ e as legais, como álcool e tabaco, são a porta de entrada para outras drogas. Podemos cair em uma espécie de círculo vicioso”, explica o psiquiatra.

Ainda em análise do relatório, outros aspectos preocupantes foram revelados, como o consumo da maconha, a droga ilícita mais consumida no mundo e o uso de anfetaminas, que deverá, em breve, ultrapassar a soma de usuários de heroína e cocaína. O dado é alarmante, já que as drogas sintéticas ainda não sofrem imposições eficientes da lei e em muitos casos são produzidas a partir de substâncias legais.

“Infelizmente, é necessário entender que a aceitação social das drogas consideradas legais está diretamente ligada aos problemas que enfrentamos com as substâncias ilícitas. Não pode existir prevenção e combate eficaz sem a adoção de medidas restritas a publicidade de álcool e tabaco, por exemplo. Precisamos de ações conjuntas e que levem em consideração todo o cenário de consumo, legal ou ilegal”, diz Salgado.

O especialista lembra ainda outro importante ponto do relatório indicando que a situação de maior risco envolve os países em desenvolvimento, como o Brasil. “É uma triste realidade do país e, para contrapor essa situação, é preciso maior mobilização e iniciativa da sociedade. Assistimos hoje grande parte de nossos jovens terem contato com álcool e tabaco em suas casas, resultado de uma cultura equivocada, que entende a experimentação como algo indissociável do convívio social. Precisamos que a conscientização caminhe com políticas restritas ao consumo do álcool, como no que diz respeito à publicidade, assim como foi feito com o tabaco”, analisa.

Os resultados do relatório e de diversas outras pesquisas devem servir de subsídio para a elaboração de políticas publicas que sirvam aos interesses da população e precisa contar claramente com seu apoio. Nesse sentido, toda discussão é válida e o dia 26 de junho oferece a oportunidade. “O que falta é passarmos do discurso a ação”, completa Carlos Salgado.

[Fonte: http://www.antidrogas.com.br]

 

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