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Troféus da Graça

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Imagem ilustrativa.

Troféus da Graça
Por Norma Suely Barradas*

Costuma-se dizer que a herança que recebemos não é tão importante quanto o que vamos fazer com ela. Para mim, elas são importantes sim, pois tudo o que nos aconteceu nos trouxe até onde estamos; tornou-nos quem somos ou, no mínimo, determinou a escolha do que queremos ser ou não ser.

Precisamos ser responsáveis, criteriosos e seletivos no que deixaremos para nossos descendentes. Propositadamente ou não, tudo, absolutamente tudo o que fizermos terá consequência a curto, médio e longo prazo.

Todos trazemos conosco uma herança genética espiritual e moral dos que nos antecederam. Boa ou ruim, será inevitável a transmissão desta herança. Os efeitos dela poderão ser vistos, sentidos e contabilizados em nossas vidas e na dos que nos sucederem.

Deuteronômio 5: 9 e 10, diz: “Eu, o Senhor, teu Deus, sou Deus zeloso, que visito a iniquidade dos pais nos filhos até à terceira e quarta gerações daqueles que me aborrecem, e faço misericórdia até mil gerações daqueles que me amam e guardam os meus mandamentos.”

Apesar de não podermos fugir desta transferência podemos anular seus efeitos se forem maus, e maximizar se forem bons, tudo dependera das escolhas que fizermos ao longo de nossas próprias vidas.

Uma coisa é certa, seja o que for que tenhamos recebido, a Graça de Deus será suficiente sobre nós, nos resgatando, limpando, purificando e enxertando-nos na videira se a nossa herança foi de sofrimento e dor; ou preservando, fortalecendo e solidificando o que tem sido transmitido como herança preciosa dos nossos pais.

Sempre será pela Graça. A Graça proporcionará aos que não receberam uma boa herança a oportunidade de intencionalmente serem cheios de princípios e valores divinos a fim de deixarem uma herança diferente daquela que receberam. Ela, a graça, também os capacitará e impulsionará na tarefa de dar, e deixarem o bem que não receberam.

A Graça, a mesma Graça, superabundante Graça será necessária aos que receberam uma boa herança, para que a compreendam, vivam e desfrutem dela e disciplinadamente a transmitam, renovando o ciclo de benção a mais uma geração.

Viver santo é um estilo de vida, um troféu da Graça! Escolhido, buscado, vivido e transmitido por todo aquele que se compromete com Deus.

Eu quero este viver santo! E você?

Antes de comprometer sua palavra, como fazemos todo final e começo de ano, em compromissos que não duram até o carnaval, devemos lembrar que Deus é por nós e não contra nós nesta luta da carne contra o espírito. O que melhor for alimentado será o que resistirá até a vitória.

Deus nós abençoe com perseverança e fidelidade.

*A autora e seu esposo, Pr. Dinart Barradas, são diretores do ministério de Educação de Filhos (GFI) da Universidade da Família (UDF).

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