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Expor, Isolar ou Proteger, O que fazer quando o assunto é educação sexual?

 

Por Dinart Barradas

Para que a criança tenha uma perspectiva virtuosa sobre sexualidade é necessário uma formação moral básica
anterior e que seja igual ou maior do que a informação de teor sexual a ser apresentada. Essas informações,
por sua vez, devem obedecer os seguintes critérios:

1- Transferência gradual
2- Transferência sequencial
3- Sujeição à capacidade moral, emocional e intelectual de assimilar e administrar as informações.

Se um desses critérios for esquecido ou omitido no processo educacional, é possível que a criança seja lançada
no mundo adulto do conhecimento sexual antes de estar madura emocional e moralmente para lidar com tal
conhecimento. Nesses casos o que acontecerá é que ao invés da criança receber “esclarecimentos sobre sexualidade”,
o que seria um ganho, ela terá perdido sua inocência infantil.

A educação sexual adequada protege a criança da exposição demasiada a informações de teor inadequado à
sua idade moral, emocional e intelectual. A título de analogia, todos sabemos que a luz do sol é vital
para nossa saúde, mas a exposição fora dos horários indicados ou em demasia podem, ao contrário, causar
problemas desde os mais simples até os mais complexos. Para evitar tais males, seguimos regras de
exposição e usamos equipamentos de proteção.

A educação sexual adequada não visa isolar nossos filhos, mas protegê-los da exposição imprópria,
da mesma forma que o fazemos da tão benéfica e recomendável luz solar.

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