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Etiqueta social na refeição com os filhos – Parte II

Imagem ilustrativa.

Etiqueta social na refeição com os filhos
Parte II 

Por Karine Rizzardi *

Conforme vimos na semana anterior, o ambiente familiar nas refeições deve retratar respeito com todos os que estão a mesa. Ressalto, porém, que o momento em que todos estão juntos, não deve ser apenas de nutrição alimentar, mas deve ser de nutrição emocional, onde todos podem compartilhar como foi o dia na escola, no trabalho e com os amigos.

Vamos, no entanto, continuar as orientações?

Orientação 5: O que a criança ou adolescente tocar, eles terão que comer.
O que ensina: Denota respeito pela pessoa que preparou o alimento e fazer isso não vai gerar transtorno alimentar mais tarde. Se a comida não estiver boa, pode saber que é um bom motivo para pegar pouco e se quiser se servir novamente, poderá fazê-lo.

Orientação 6: Em um jantar com mais pessoas, primeiramente devem se servir os mais velhos, podendo ser idosos, depois os adultos e por último os adolescentes e crianças.
O que ensina: A ordem de importância que cada um tem, pois os filhos não devem se servir primeiro, antes que um adulto tenha se posicionado.

Orientação 7: Se você não tiver controle sobre o comportamento de seu filho no restaurante, é melhor instruí-lo antes ou então não levá-lo comer até que tenha aprendido a punição.
O que ensina: Seus filhos não são melhores do que os outros e precisam respeitar os direitos das pessoas, tanto quanto são respeitadas.

Orientação 8: Quando vocês estão na casa dos outros e seus filhos ainda são pequenos, não é preciso retirar objetos de decoração só porque eles estão perto. Eles é que precisam a ser instruídos a não mexer.
O que ensina: Os filhos é que devem se adequar ao ambiente e não o ambiente se adequar a eles.

Torna-se memorável lembrar de usos e costumes que precisamos passar para as gerações seguintes. Aproveite o tempo das refeições para reforçar esse conceito a eles, pois fazendo isso, certamente sua polidez e de seus filhos será sempre admirada.

*A autora é psicóloga especialista de casais e família.

 

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