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Eficiência e Eficácia – Marcas de um líder de sucesso.

Imagem ilustrativa.

“Agradecemos a Deus sem cessar, pois, ao receberem de nossa parte a palavra de Deus, vocês a aceitaram não como palavra de homens, mas segundo verdadeiramente é, como palavra de Deus, que atua com eficácia em vocês, os que crêem”.

(1 Tessalonicenses 2:13)

EFICIÊNCIA E EFICÁCIA – MARCAS DE UM LÍDER DE SUCESSO.

Há uma lição que podemos aprender com Davi no início de seu trabalho como líder. O sucesso inicial de Davi foi marcado por duas características: Eficiência e Eficácia. Estas duas características devem marcar uma boa organização e devem tornar-se marcas de caráter no desenvolvimento dos lideres.

No início da liderança, quando uma pessoa depende de Deus e caminha sob Sua orientação e sob a unção do Espírito Santo, a pessoa possui essas duas características. No caso de Davi, ele tomou cinco pedras para lançar contra Golias e usou apenas uma. Usando uma linguagem que agradaria ao pessoal da área contábil, Davi usou apenas 20% das suas pedras e sobraram 80%. Isto foi suficiente e eficiente. Quanto à eficácia, Davi não precisou lançar duas vezes. Ele apenas fez um lançamento e matou o gigante. Isto sim foi eficácia! A unção do Espírito Santo traz tudo isso à vida do líder. No início da carreira do líder, Deus derrama como sinal de suas bênçãos o sucesso em termos de eficiência e de eficácia, lógico, se o líder caminha sob a Sua unção, mantendo a motivação e as atitudes corretas. Davi foi um exemplo disso.

Você pode notar o mesmo sentido de eficiência e eficácia se seguir os passos que apresento nestes artigos. É preciso eficiência e eficácia para coordenar o ministério. É preciso eficiência para coordenar equipes de ministério, os lideres de grupos, facilitadores e suas atividades. A eficácia desta iniciativa será provada com o crescimento e qualidade das pessoas com que você lidera.

A descoberta e a implementação de uma liderança eficiente e eficaz sempre tem como resultado os sucessos que marcam o estagio inicial de liderança.

 

Ação Prática para o Sucesso

Exercitando a prática do fator 20/80.

1º TRABALHE MENOS E FAÇA MAIS
Para isso temos que deixar de fazer coisas que roubam nosso tempo, iniciar seu trabalho a partir de planejamento e não execução, separar três coisas dentro do processo de caminhada ministerial, (acidentais, importantes e essenciais) abaixo explico melhor.

 

2º – COISAS ACIDENTAIS
O que tenho percebido, é que somos roubados (o tempo) com coisas acidentais, que vão acontecendo ao longo do dia e que não preparamos pessoas para fazer essas funções, isso chega em média de 60% a 80% de nossas ações, fatores que contribuem para isso:

a) Auto suficiência – O Líder se acha insubstituível e os outros são incapazes.

b) Líder autônomo – é o líder faz tudo (sozinho), não treina ninguém, nunca tem alguém acompanhando “o como fazer as coisas”, fica sobrecarregado, reclama que ninguém ajuda, quando alguém chega para ajudar não consegue liberar para que os mesmos façam sozinhos. Este tipo de líder tem problema na com sua auto imagem, parece que ele é pago para fazer as coisas, por isso não permite que outros ocupem sua função, esta mais preocupado com sua reputação, e se alguém que ele liberou para fazer algo e essa comete um erro (a culpa é dele), e ai a frase do medo vem “O que vão pensar de mim”. Solução – Seminário Transformando Corações. Medo, vergonha, culpa e coração endurecido.

c) Desvalorização – o fazer faz parte de sua valorização como pessoa; “Tenho que fazer para ser aceito e valorizado”.

d) Medo – se eu não fizer “O que vão pensar de mim?”

e) Obrigação – “É minha obrigação fazer isso, pois eu ganho ou sou responsável por isso”, deixa de servir de forma vocacionada e passa a fazer por obrigação ou por dinheiro.

f) Limitação de equipe – quando treina, faz isso somente a uma ou duas pessoas que ele confia, se uma delas ou as duas saem do ministério ele fica sozinho novamente.

 

3º – IMPORTANTE
Em um trabalho ministerial como Líder temos que ficar atentos e separar dos acidentes as coisas que são importantes, onde devemos nos envolver diretamente isso normalmente chega a 10% de ações diretas do Líder, exemplo:

a) Quando as situações envolvem diretamente pessoas de nossa equipe, aqueles que estão mais próximos, ou seja, aqueles que você esta preparando ministerialmente, a sua interferência é fundamental até para o treinamento e manutenção delas.

b) Você por exemplo, pode iniciar uma reunião, mas não estar na direção dela até o final, você pode dar direção para alguém cuidar daquela reunião inclusive com temas, mas não é necessário participar diretamente.

c) Você dirige uma reunião, porém, não executa as funções e ações que forem definidas, deixe as pessoas se comprometerem com as ações e você treina alguém para supervisionar e acompanhar os processos.

d) Nomeie pessoas que filtram para você os assuntos e problemas antes que cheguem, para isso treine, treine e treine isso o aliviará para ficar atento ao que é importante fazer.

 

4º – ESSENCIAL
Isso de fato é a sua função, ficar focado naquilo ao qual foi chamado a fazer, outra pessoa não poderá cumprir seu chamado, somente você, o problema é que as pessoas não têm uma declaração de sua missão e visão de futuro, assim gastam o seu tempo todo resolvendo problemas e não cumprindo sua Missão. Você vai descobrir que serão necessários somente 20% de esforço para realizar os 80%, exemplo:

a) Foco – focar no que realmente é essencial, deixar de fazer coisas que não foi chamado a fazer, exemplo; o Senhor lhe chamou para ministrar casais e você esta envolvido no louvor, prega nos cultos, faz parte do ministério de intercessão, gosta de missões, ajuda nos jovens, é líder de célula e quer fazer uma faculdade de administração, totalmente fora de foco.

b) Escolhas – não da para fazer tudo, temos que fazer escolhas, não digo que não temos que servir em varias áreas da igreja, mas devemos focar no chamado, posso por exemplo; liderar o ministério para casais, abrir grupo de casais, ser líder com casais, participar ou mesmo pregar em um culto para casais, pois o seu chamado é para casais.

c) Separar atividades de coisas essenciais – o ativismo nos faz fazer coisas por fazer e isso nos rouba das coisas essenciais, a pergunta que devemos fazer é “Por que faço o que faço?” Se o porquê não for tão forte, e não estiver ligado com aquilo que é essencial no meu chamado, devo parar de fazer imediatamente.

d) Eficiência e eficácia – Davi escolhe cinco pedras, mas usa somente uma – “Quem disse que devemos fazer três encontros de casais por ano? A pergunta que devemos fazer é: “Quanto de recurso financeiro, humano e de tempo temos que ter para fazer um encontro de casais? Pergunta para depois do encontro: “Qual o resultado?” Quantos de fato foram transformados?” Quantos estão na igreja?” comparar essa atividade com outra nos faz analisar de forma eficiente buscando a eficácia, exemplo; posso fazer um encontro com 50 casais e ter somente 10% de eficácia, enquanto posso fazer 10 grupos de casais por ano com 80% de eficácia, “ Quanto de recurso(financeiro, humano e físico) foi investido nos dois?” “Quais os resultados que realmente queremos?” “ transformação de vidas ou entretenimento?”

e) Atividade focada no resultado – Penso que devemos sim, ter atividades focadas naqueles que estão trabalhando ao longo de um ano, isso é a liderança (equipe), para nutrí-los e fortalecê-los para uma nova caminhada, podendo ser encontro de casais ou até de família, algo produtivo e que aponta para este novo caminho.

 

Deus os abençoe e até a próxima!

Marcelo Staut

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