EUA
Marcelo e Dina Staut falam sobre a Conferência Internacional do FFI (Veredas Antigas).

Terence e Angelina, de Hong Kong, com Dina e Marcelo Staut
A
Conferência Internacional do FFI (Family Foundations International,
ministério criador dos seminários Veredas Antigas) deste ano conduziu
os líderes presentes a uma reflexão sobre a atuação do cristão
evangélico no mundo de hoje. Marcelo e Dina Staut (diretores do Veredas
Antigas) participaram do evento, que ocorreu na segunda semana de
novembro, num acampamento da Igreja Batista em Glorieta (Novo México,
EUA). “O objetivo do encontro era observar os acontecimentos
internacionais que têm relação com o ministério”, explica Marcelo.
“Havia cerca de 200 pessoas. Os organizadores providenciaram
intérpretes para os representantes de diversos países: Espanha, China,
Ucrânia, Rússia, México, Israel, África do Sul, Canadá, Venezuela,
Colômbia, Brasil, entre outros. Uma das novidades é que o Japão terá em
breve material do FFI em sua língua, assim como a Alemanha”.
Craig HillMarcelo
conta que foram preparadas duas conferências: uma internacional, com os
líderes das nações, e outra para coordenadores norte-americanos:
“Tivemos algumas ministrações com o Pr. Craig Hill (fundador e
presidente do FFI). Uma delas falava sobre a Igreja, que perdeu o foco
em relação à sua missão na terra. Jesus jamais se esqueceu de sua
tarefa redentora. Precisamos repensar nossas ações no trabalho, na
igreja e na sociedade. Estamos vivendo um período de transição
geracional. Devemos preparar as tarefas para a próxima geração, como se
fosse uma empresa. Tudo o que fazemos ou deixamos de fazer é
importante”.

Continuando
o relatório do evento, o diretor comenta que as demais palestras
abordaram as raízes hebraicas: “O que está impedindo a renovação da
Igreja? Muitos movimentos estão acontecendo ao redor do mundo, e por
isso temos de restaurar a nossa casa, a família. Três tendências
imperam atualmente: o islamismo, cujos seguidores rezam seis horas por
dia; a igreja do entretenimento, cristã ou católica, com foco mais nas
atividades do que na oração, e a mídia, cultura humanista que mais
cresce no mundo (televisão, Internet). A pergunta-chave é: ‘O que o
povo de Deus está fazendo para mudar este panorama?’ Precisamos romper
com este esquema, deixando o Senhor mudar o que está errado dentro de
nós”.
Marcelo e Dina com Maxine e David (África do Sul)
Concluindo,
Marcelo afirma que a conferência do FFI levou os líderes internacionais
a um despertar: “As mensagens nos levaram a um questionamento. O que
estamos fazendo de relevante? Não é possível mudar governos ou as
inúmeras denominações espalhadas pelo mundo, mas podemos mudar o nosso
lar e a maneira de pensar/agir, através do Espírito Santo. A
restauração começa em nossa casa”.
Com Lion (dir) e esposa, da África do SulPara
Dina, o evento mostrou que o Senhor está fazendo milagres no Brasil e
em outros países: “Precisamos estar atentos a este mover de Deus e ao
que Ele quer de nós. Das pregações de Craig Hill, o que me chamou a
atenção foi aquela sobre a estrela-do-mar, que representa a família.
Mesmo quando atacada, a estrela-do-mar pode se regenerar. No Encontro
Nacional da UDF também tivemos uma palavra assim. Nosso desejo é pegar
as estrelas-do-mar que estão na praia e devolvê-las ao seu lar. Temos
de fazer a nossa parte, cada um em seu país. Além disto, o testemunho
de um africano me comoveu. Ele contou que batia diariamente em sua
esposa. Mas, durante um seminário Veredas Antigas, o Espírito Santo o
convenceu de que estava errado e transformou seu coração. Toda a
sua família foi restaurada”.
Com Terry e esposa (centro), da Espanha
